O tempo e a vida estão num momento delicado e que me tiram um pouco da leitura dos noticiários, e da produção de textos, e da vida virtual como um todo.
Jornalista, 24 anos. Filho único, filho do futebol dos anos 90, filho das rádios AM que me ninaram após cada jogo que vi e ouvi. Avô e pai, no céu, que vestem a mesma camisa que eu. Direciono a carreira - e a vida - para o futebol, tradução metafórica de cada coisa que já aprendi por aí. Como todo homem deve ter uma atividade amadora, trabalho com teatro, além de jogar futebol de várzea, essa coisa indescritível. Só consigo ver o jornalismo, e toda forma de escrita, através de bases desarmadas, pitadas lúdicas e postura romântica, linear e crítica, tudo ao mesmo tempo. O futebol, só consigo conceber se for dessa mesma forma.
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